O livro Sublime Expiação foi escrito pelo notável escritor francês Victor Hugo, que retorna pela psicografia de Divaldo Pereira Franco, em mais este romance.
Nossos corpos físicos são instrumentos para a aquisição de experiência de nossos Espíritos, na trajetória evolutiva, rumo à perfeição.
Situando-nos num tempo, num espaço e num grupo de Espíritos de distintos níveis evolutivos, somos compelidos à convivência com irmãos em Deus, em circunstâncias planejadas pelo Plano Espiritual para que se cumpram os nossos resgates, reajustes, provas e expiações, recursos divinos que objetivam a educação a reabilitação do Espírito faltoso.
A enfermidade é um desses recursos. Há doenças que procuramos e doenças que nos procuram.
Das que procuramos podemos nos libertar, corrigindo nosso modo de viver, nossos hábitos e vícios.
As que nos estão destinadas são de mais difícil superação, efeitos que são de equívocos passados. Por vezes exigem diversas encarnações.
São catalogadas como doenças irreversíveis, incuráveis.
A hanseníase, estigmatizante e segregadora social, tem sido um dos flagelos da Humanidade.
O autor informa, no prólogo, que as vidas que desfilam neste livro são reais. E conclui:
“Do leito da hanseníase à Pátria Espiritual conhecemos nas dores de Lucien, uma expiação sublime – nós que ainda carregamos lepromas morais danosos…
Para a nossa reflexão espiritual, como advertência e roteiro, fieis ao ensinamento de que o enfermo necessita de assistência médica, escrevemos esta obra.”





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